A menina dos olhos cor de musgo

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Hey hey meus amores, tudo bem com vocês? Bem, hoje eu vou postar aqui um conto que eu tive que fazer semana passada pra aula de redação e... Assim, na minha opinião, não ficou lá tão ruim. Não está perfeito, porém pela primeira vez na minha vida, eu escrevi algo que "preste". Então, aqui vai...


"Existia um menino chamado Eduardo, mais conhecido como Ed. Ele era jovem, tímido e muito inteligente. Seus cabelos eram loiros bem claros e seus olhos eram azuis como o céu limpo de uma tarde de verão. Ed sempre estava sozinho, sempre estava com um livro diferente, a cada semana e também às vezes escrevia. Ele tinha um caderno de contos e frases. Ed era o típico menino isolado. 
Existia também uma garota chamada Clarice que estudava na mesma escola que Ed. Era a menina mais "popular" de todas de sua turma. Era conhecida como a menina dos cabelos loiros, tão loiros quase brancos; e como a menina das muitas sardas que mais pareciam pequenas pedras que trilhavam um caminho. Tinha também um sorriso resplandecedor e só andava com os populares. 
Ed gostava de Clarice. Gostava muito. Gostava tanto que às vezes até deixava de lado o livro que estava lendo, para ficar a observando, por detrás de uma distante pilastra, durante o recreio. Ele observava seus cabelos voando em direção do vento, sorria quando ela sorria. Olhava também para suas sardas tão descaradamente e até acabou contando-as durante uma aula. Eram vinte umas ao total. Mas o que mais Ed amava em Clarice eram seus olhos. Adorava o brilho que eles resplandeciam... Ah, como Ed gostava de Clarice. Mas tinha um, porém. Ed nunca tinha tido coragem de falar com Clarice. Até que O dia de tudo mudar, chegou...
Ed realmente pensou em desistir. Já tinha tentado tantas vezes, já tinha quase chegado à beira do surto tantas vezes... Achava que era ridículo ele, justo ELE ir falar com ela. Mas mesmo assim, foi. Clarice estava em frente ao portão da escola, milagrosamente sozinha. Ed suspirou fundo tomando coragem. Foi até a menina. Ele carregava uma flor consigo. Quando chegou perto, Clarice o percebeu. O encarou.
-Oi. –ele disse tão baixo quanto um sussurro.
-Olá. –Clarice sorriu.
O nervosismo de Ed era evidente, tanto é que Clarice riu, mas não falou nada para não o constranger mais. Ed achou melhor ir direto ao ponto. Entregou-lhe a flor.
-Eu te acho muito bonita. –disse bem baixo, não acreditando enfim que tinha conseguido dizer aquilo.
O sorriso de Clarice se alargou. Ela pegou a flor e disse:
-Ah Ed, obrigada. –ela o olhou. O mesmo sorriu por saber que ela sabia seu nome. Espantou-se mesmo foi com o beijo que recebeu na bochecha, da menina loira. Suas bochechas coraram. Ela sorriu mais uma vez e então foi embora.
Ed voltou para escola. Foi até seu armário e pegou suas coisas. De repente houve um alto barulho vindo de longe. Ed se assustou e correndo conseguiu chegar ao meio frio da rua em frente à escola.
Um pouco mais adiante se via um aglomerado de pessoas que estavam em volta de uma pequena menina. Tinha-se também um carro estraçalhado no local. A menina que estava estirada no asfalto, com o sangue escorrendo de sua cabeça, era Clarice. O coração de Ed se afundou no peito e então uma ligeira lágrima escorreu pela sua bochecha. Ela estava morta, obviamente. Seus olhos não piscavam. Ed decidiu-se ir embora, não aguentava ver aquela cena. Despediu-se de Clarice com um último olhar em seus olhos.
Chegou logo em casa. Com o coração martelando no peito, pegou logo seu caderno de contos e frases e escreveu:


“E sob o céu mais límpido que já tinha surgido ele viu os belos olhos cor de musgo da jovem menina, pela última vez...”.




Quando terminou de escrever, não conseguindo mais se segurar, saiu correndo de sua casa, indo até um parque próximo. Chorou tudo o que tinha pra chorar e então foi embora, esquecendo-se sem querer de seu caderno de frases e contos. Horas depois encontraram o “famoso” caderno de Ed. Não entendiam como tanta inteligência e paixão cabiam em tão poucas frases e contos. Afinal, Ed só tinha dez anos. Porém ele tinha um dom que quase mais ninguém tinha... Ele entendia de sentimentos."



Bem meus amorecos, espero do fundo do coração que tenham gostado. Beijos no coração e comentem aqui por favor, estou sentindo saudade de vocês =/

Feliz dia das mamães ;3


Hellooooores meus doces de caramelo, tudo bem??? Hehe, eu sei que o dia das mães foi há anteontem, mas só consegui fazer um post agora... Semana de provas, sabem? Pois é.
Eu vim mostrar pra vocês um poema que eu "encontrei" sobre as mães. "Encontrei" com aspas mesmo, por que na verdade foi uma amiga minha da igreja que me enviou por e-mail. Era na verdade para eu ler no culto do dia das mães Ç_Ç, mas eu acabei não lendo... #grazadeos
Bem, não liguem se tiver um sentido evangélico no poema, okay? Ele é lindo e... Não tem nada demais falar de Deus, certo? Deus é perfeito!
Enfim...

Mãe (Edson Márcio dos Santos)


Quando olho para trás e vejo que o tempo passou,
Agradeço a Deus a mãe que me presenteou.
Com ela, 
momentos de luta, peleja e sofridão,
Fizeram de mim um verdadeiro cristão.
Vejo as mãos de Deus nos momentos sombrios,
Momentos de calor e frio,
Ajudando uma pobre mãe a cuidar de seu filho,
Sem fazer qualquer distinção.
Olho para trás e vejo a caminhada longa percorrida,
Me fazendo lembrar dos pratos quase vazios,
No momento do almoço e jantar,
Só não lembro de lágrimas derramadas, desesperadas…
Mãe de fé, mãe de luta, mãe coragem,
É o exemplo que tenho de minha mãe,
Vencendo barreiras e ultrapassando limites
Acreditem! Essa é minha mãe!
Sei o quanto foi difícil me educar,
Tendo ainda que cuidar do lar.
Responsabilidade de mulher, todos sabem como é…
Aprendi uma grande lição,
Desta mãe de grande coração.
A vida tem suas dificuldades, mas quando se é mãe,
A força brota como uma nascente,
Pelo filho que Deus deu como presente.
Então é isso gente linda, até o próximo post *---*

Here's To Never Growing Up


Ouláaaaaaaaaaaaa pessoas lindas do meu coração, tudo bem com vocês??? Beeeeeeeeeem, eu to super animada porque como perceberam, O NOVO VÍDEO DA AVRIL SAIU!!!!!!!!!!!! \O\ /O/
É isso mesmo, então todos os Little Black Star's, gritem e comemorem comigo: *gritos*
Pois é né gente, quase um ano da Avril sem fazer vídeo e ela me vem com essa perfeição em 2013. Particularmente eu adorei o vídeo porque ela pareceu regravar apartes de alguns vídeos antigos como: I'm With You, Complicated, Sk8er Boi e Hot. tIPO, que lindaaaaaaa *----------*
Bem, quem ainda não viu, vou deixar o vídeo aqui em baixo, okay?
(Sei que o post foi minúsculo, mas foi só pra atualizar o blog haha')


Beijão amores, me digam o que acharam do vídeo ;3

Mudanças

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Um simples aperto de mão, um simples sorriso. Um simples toque, um simples gesto, e apenas um simples olhar também. Já pensou em quantas coisas, ainda mais as pequenas, podem mudar seu dia? E... Já reviu também quantas já mudaram?
Descobri um dia desses dias aí que a vida é feita de mudanças. Meio clichê essa frase, né? Mas por mais que a frase seja a mais clichê de todas, ela sempre tem um fundo de verdade. Inclusive essa. É verdade, tudo mesmo pode mudar seu dia, num piscar de olhos. Tem coisas que você nunca percebe, mas muda... Tipo aquele olhar que você troca com alguém na rua enquanto caminha por um parque, ou atravessa uma rua bem cheia de gente. Não parece muito, mas pense no sorriso meio torto que às vezes as pessoas podem te mostrar depois que você a olha (claro isso se você encontrar alguém educado e de bom-humor), pense em suas bochechas que ficam coradas logo após isso e na vergonha que toma conta de você, porque percebe que a pessoa te viu a olhando. Primeira mudança do dia, feita.
E tipo aquele toque sem querer que você sente assim que esbarra sua mão na mão de outro alguém, quando vai apertar o botão do elevador. E o sorriso espontâneo de desculpas que toma conta de toda você? Mudança número dois do dia.
Sim, sim, eu sei. Nem é sempre assim que acontece com todo mundo, isso aqui em cima, são apenas exemplos. Mas veja em que ponto eu quero chegar... O mundo muda o tempo todo e você muda com ele. Seja de temperamento, humor. Seja de roupa, penteado, acessório, sorriso, olhar, toque, móveis, casa, carro, celular, número de telefone... Não importa o quê, tudo muda. Seus sentimentos também. Talvez aquilo que você acha que sente por alguém, não é exatamente como você pensa que seja. Tudo muda. Estão entendendo o que quero dizer? Não, certo? Bem, é meio complicado entender a mente e a psicomania de uma menina de quase catorze anos que se acha uma escritora. Ok, eu não me acho uma escritora. Mas vocês entenderam... Né?
Eu realmente não sei se esse texto tem algum sentido para vocês, não sei se você chegou até aqui e não entendeu nada do que eu falei... Só sei que eu postei. Mas sério, se você não entendeu nada do texto, suba a página até o começo do texto e o releia, por favor. Deixaria uma blogueira feliz. E Ah!, Lembram-se? Tudo muda.

iGoodBye? NÃAAAO!



"Em cinco, quatro, três, dois..." "Eu sou Carly!" "Eu sou Sam!" "E esse é o..." "ICARLY!"

Sete anos se passaram, mas ainda parece que foi ontem que eu ouvi essa primeira frase. Eu me lembro muito bem da propaganda que passava direto na Nick, anunciando o começo de uma nova série denominada iCarly. Eu tinha 8 anos quando comecei a virar fã dessa série. Sim, ela acompanhou grande parte da minha infância e o começo da minha adolescência. E por mais que achem que é uma série infantil, que eu estou sendo infantil escrevendo esse texto, eu não estou nem aí. Eu fui e sou até hoje fã de iCarly e sim eu estou triste pacas por ter acabado, então eu vou fazer um texto homenageando o iCarly. Aprendi a não ligar para a opinião dos outros.
Mas bem, então é isso né? Foi ontem, 25/04/2013 (vou guardar essa data pra sempre comigo), que o fim da minha infância chegou. Passei mais de sete anos rindo das bobeiras e idiotices da Sam, do Spencer, da Carly, do Freddie, do Gibby e dos outros coadjuvantes, e realmente, não me arrependo de nada... Não me arrependo de ficar ansiosa por novos episódios, não me arrependo de ter faltado a compromissos para assistir episódios novos. Não me arrependo mesmo! Foram os melhores 7 anos da minha vida. E parando pra pensar assim, sério, não parece que passou tudo isso. Na minha cabeça, o iCarly ainda tinha apenas 4 anos de duração. Mas não... Olhando para os atores, eu percebo o quanto que eles mudaram. Eles eram tão novinhos, pequenos e inexperientes (menos o Spencer, claro). Mudaram e cresceram tanto...
Com o iCarly eu aprendi que nem toda loira é patricinha, que nem todo nerd é feio, que nem todo adulto é totalmente adulto, que sempre um gênio crianção vai existir dentro de você... Aprendi que a coisa mais importante que nós temos aqui na Terra, são os nossos amigos e que principalmente os opostos se atraem. A Sam e a Carly por exemplo. A patricinha e a nervosinha. E também aprendi que você tem que dar valor a sua família, porque nunca se sabe quando ela poderá ser tirada de você.
Eu me lembro de todos os episódios. Me lembro detalhadamente do primeiro até. Lembro de quando eles queriam entrar pro livros dos recordes. Lembro de quando a Sam e a Carly brigaram pela primeira vez. De quando o Freddie namorou a Carly e depois quando o Freddie namorou a Sam. De como quando a Carly quase caiu do último andar do prédio. De quando eles inventaram de tirar fotos de animais e ganhar dinheiro com isso. De quando (meu episódio favorito) aconteceu o baile "a garota que escolhe". Lembro quando a Primeira Dama dos EUA foi lá... E até mesmo de quando a One Direction foi lá. Foi incrível! Cada um desses episódios, e claro, todos os outros (não posso citar todos porque afinal, são muitos), foi simplesmente marcante na minha vida e na vida de qualquer outro fã de iCarly.
Eu sempre quis comer um taco de macarrão. Eu sempre quis ter uma festa do chapéu doido (e ter o mesmo chapéu que a Carly usou no último episódio e no primeiro). Sempre quis conhecer o Meião. Sempre quis ter uma meia maluca daquelas que o Spencer sempre usou. Sempre quis ter uma escultura do Spencer. Sempre quis ter uma meia de manteiga para bater em quem mexesse com os meus amigos. Sempre quis fazer uma dança maluca, ter o controle azul da Sam... Bem, eu queria que o iCarly fosse eterno pra sempre me fazer rir. Mas é isso então, acabou. Os atores vão ter outras séries na Nick, o que não vai ser a mesma coisa, muito obviamente, mas eu vou assistir porque sim u.u E eu nunca vou entender porque o Freddie nunca falou o 1 na contagem para começar o iCarly... Nunca mesmo.
Haha', eu só queria demonstrar o quanto eu amo o iCarly, nesse texto, e mostrar o quanto eu sou fã dessa série desde o primeiro episódio, o quanto eu sempre acompanhei tudo. Eu não quero dizer adeus... E eu não vou. Acabou? Sim, acabou, mas... Pra mim é só um "até breve". Tanto é que eu sei que um dia eles vão gravar mais um episódio, um extra, como eles sempre fazem com todas as séries.
Mas então é só isso... Eu vou sentir sua falta, iCarly.
E... Corta.

Sim, essa última frase partiu meu coração. Obrigada Freddie.

Você se lembra?


Você se lembra? Se lembra das histórias antes de dormir? Se lembra dos beijos de boa noite? Se lembra das vozes diferentes que seu pai fazia quando te contava uma história? Se lembra das manhãs de desenho e cobertor? Se lembra de como o céu ainda estava escuro e ainda estrelado, como se as estrelas piscassem pra criança linda que você era? Se lembra de como o volume da televisão ficava baixo, para não acordar os seus pais? Se lembra da cara de sono de sua mãe quando ela aparecia na sala pra ver o que você estava fazendo acordada tão cedo? Se lembra do sorriso verdadeiro que se formava em seus lábios assim que via sua linda mãe parada ali a sua frente? Se lembra de como você corria ao seu encontro para ganhar um abraço e um beijo de bom dia?
E se lembra também de como era bom ser rodada por seu pai enquanto ele te fazia rir com as cócegas na barriga? E como era legal ficar nos ombros dele enquanto ele corria pela casa e ria alto com você? Se lembra de como sua mãe brigava com você e seu pai por vocês estarem fazendo barulho demais? Lembra dos almoços em família, no domingo, na casa da sua avó? Lembra de como você e seus amiguinhos ficavam até tarde na rua apenas brincando? Jogando futebol, récorde de vôlei, peteca, andando de bicicleta, andando de patins ou até mesmo patinete? Lembra como você adorava a ideia de ir dormir na casa do amiguinho, mas no meio da noite chorava sentindo falta de casa? Lembra como você adorava sentar no colo de seus pais? Lembra de como era super legal ficar horas e mais horas vendo Pucca, Bob Esponja, Lazy Town, Backyardigans, Arnold, Pica Pau, Rebelde, Chiquititas, Isa Tkm, Zack e Cody, High School Musical, etc.?
E lembra dos sorrisos verdadeiros que você sempre dava? E lembra do “juro juradinho”? E lembra das risadas longas e gostosas? E lembra da felicidade infinita que você sentia? E lembra de como você tinha uma necessidade absurda de ser adolescente, achando que ser criança era tedioso, mal sabendo que ser criança era a melhor coisa do mundo? E sabe agora como você sente um aperto no peito, uma vontade gigante de voltar a ser criança?
Sei lá, eu gostava de ser criança... Eu sinto falta da infância. 

Pequenas coisas...

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"É como a luz do sol que invade a manhã, atravessa sua cortina, bate em seu rosto e te dá bom dia. É como o caminhar cansado até o banheiro, como se ele dissesse: "Eu quero voltar pra cama, quero que me esqueçam lá". Mas é como ir até o banheiro, analisar a sua imagem no espelho e se lembrar de como o mundo é belo se o olhar com outros olhos. É como um sorriso para o nada. É como cantar no chuveiro a sua música favorita de uma banda de rock dos anos 80. É como tomar uma xícara de café quente, em uma manhã fria e chuvosa. É como comer panquecas doces e macias e se lambuzar de Chantilly. É como vestir um suéter de natal, de lã, quente e confortável. É como ir assistir seu seriado favorito, em sua televisão velha, esparramado no sofá, enrolado em um cobertor de algodão. 
É como jogar um vídeo game antigo. É como ficar com a boca colada em um vidro gelado, embaçando-o com seu hálito quente, igual a uma criança. É como se debruçar pelo peitoril de sua janela e apreciar a neve cobrindo o seu jardim. É como virar a cabeça para trás e colocar a língua para fora, para sentir os primeiros pingos de chuva. É como passear pelas ruas movimentadas do centro da cidade. É como analisar as pessoas correndo para não chegarem atrasadas em seus empregos fúteis. É como perceber que as pessoas vivem mesmo sem o amor, como elas não sabem mais apreciar um "bom dia" educado, vindo de qualquer pessoa. Raça não importa. Nem cor, nem beleza. 
É como dançar na chuva, pular de poça em poça. É como ir a uma cafeteria e ler um livro. É como mergulhar nas histórias, nos contos e nunca mais sentir vontade ou necessidade de sair de lá. É como andar de bicicleta por entre as árvores de um parque. É como sentir a brisa gélida perpassando seu rosto enquanto a mesma bagunça seus cabelos. É como tocar um instrumento e deixar a música te levar. É como navegar na internet e descobrir coisas significativas...


Sinto falta das pequenas coisas. Falta de sorrisos largos e bobos por coisas idiotas. Falta de risadas gostosas que eram tão intensas que tinha-se que jogar a cabeça para trás, colocar a mão sobre a barriga para tentar se manter no controle. Falta dos "eu te amo" sem hora e manifestação, apenas pelo prazer de dizer. Falta dos gestos de carinho, dos beijos na testa, como se querendo dizer "eu cuido de você". Dos abraços mega apertados. Do cheiro de Lavanda que impregnava aquela casa. Falta do som do piano que sempre se era possível ouvir da rua. Falta dos livros com cheiro de velho. Dos livros cobertos de poeira. Falta do amor ao próximo que as pessoas sentiam umas pelas as outras. Falta dos beijos de boa noite. Falta das tardes em que só um livro e uma xícara de café eram os seus companheiros perfeitos. Falta das histórias contada por avós. Falta da areia embaixo dos pés quando se ia a praia. Falta da maré batendo nas pessoas nos dias de calor. Falta de assistir um bom filme no cinema. Falta das pessoas indo ao bar que ficava ao fim da rua, para dançar as melhores músicas antigas, até os pés doerem. Falta da dor na barriga que se dava quando se ria muito. Falta dos olhos lacrimejando de frio. Falta de assistir um bom programa de tevê. Falta da época em que as pessoas ainda liam jornal e ouviam a rádio.  Falta de tomar um sorvete de casquinha nos dias de verão. Falta da época em que as pessoas sentiam mais esperança em relação as coisas. Quando as pessoas sonhavam alto..."

É, no fim o mundo se resume mesmo em pequenas coisas.



Hey, hey, hey meus bolinhos, tudo bem? E aí gostaram do texto? E viram que eu não demorei tanto pra postar outra vez?? UHULESS O/
Esse texto é totalmente de autoria minha. Eu não me inspirei em nada pra escrever, só em mim mesma. Se pegarem (haha até parece que alguém vai pegar essa desgraça, Rebeca ¬¬), dêem os devidos créditos. Eu sei que não posto muitos textos por aqui... Eu realmente não gosto, mas bem, postei esse pra ver se vocês gostavam. Me digam o que acharam, nos comentários, por favor? Obrigada desde já haha'
Beijão beijão no coração ;3

2 anos de Tudo de Bom :DDDD



UHULESS, O TUDO DE BOM ESTÁ FAZENDO DOIS ANOOOOOOOOOS!!! E AÊ NEGADA QUEM TÁ FELIZ????
Eu sei, eu sei, o aniversário de verdade é no dia 21, maaaaaaas eu não consegui postar nesses 7 dias que se passaram. Eu não sei se vocês sabem, mas eu não passei em algumas provas e bem, eu to de castigo ._. Foi milagre eu conseguir postar esse texto aqui, porque né? Mas ocá, eu só queria pedir desculpas mais uma vez por demorar a postar.
Nossa meus amores, eu não acredito que o Tudo De Bom está fazendo dois anos... Eu não acredito mesmo, sério! Porque tipo, eu já fiquei tanto tempo sem postar, nesses dois anos, que eu realmente achei que o blog ia falir .-. Mas não, eu não desisti. E é por vocês meus moranguinhos. De verdade, se não fosse pelos comentários de vocês, suas mensagens, e-mails, eu já teria desistido há muito tempo... Então, obrigada seguidores. Por tudo! Vocês fizeram esse blog acontecer, divulgaram-o... Sério, eu não sei como agradecer a vocês. Eu só sei que eu me sinto feliz compartilhando os meus sentimentos e pensamentos com vocês, porque vocês são mesmo tudo pra mim. Não, esse ano não vai ter presente especial e não porque eu não quero, mas é que eu não tenho tempo =/ Desculpem. Eu só sei que eu estou muito feliz e orgulhosa de mim e dos meus lindos seguidores por fazerem esse blog acontecer. Obrigada mais uma vez. Vocês são poucos ainda, mas me fazem feliz. Vocês fazem uma blogueira feliz. Gostaria que vocês dessem mais as caras, comentassem mais. De verdade, vocês poderiam me deixar com um sorriso maior no rosto, o coração palpita mais rápido quando eu vejo um comentário novo. De verdade, acreditem.
Bom meus moranguinhos... Beijão nos corações de vocês. Até o próximo texto. Vou tentar não demorar tanto... Mas não prometo nada haha'
Bye ;)

A culpa é das estrelas

Hey tortas saborosas de chocolate, tudo bem com vocês nessa noite???? Bem, demorei outra vez pra fazer mais um texto, mas finalmente estou aqui. É mais um texto sobre livros sim (Vocês já perceberam né?? --' pois é) e eu realmente deveria estar escrevendo sobre livros no meu outro blog (o blog cultural), mas eu meio que o abandonei .-., porque se já ta difícil manter um blog, imagina dois... É. Então bem, vamos ao que  interessa, ou seja o livro A culpa perfeição é das estrelas do escritor John Perfeição Green. (Olha, um aviso antes de começar o texto, eu não vou ficar falando sobre livros sempre, eu só escrevo sobre os livros que eu li e gostei mesmo, ok?).
Bem, vocês devem saber que esse livro faz bastaaaaaaante sucesso, certo?? Quase todo o mundo já leu esse livro ou quer ler ou pretende ler, ou vai ler, sei lá. Confesso que sempre que algum livro faz muito sucesso, eu fico hesitante. Leio ou não leio? Porque assim quando o livro faz muito sucesso, apenas duas opões estão em jogo. Ou o livro é realmente muito bom ou todo mundo está lendo porque o autor é famoso. Bem, eu fiquei hesitante porque vocês sabem, o John Green é bem famoso... Famoso por "conquistar os jovens com sua maneira de escrever". Mas eu vi a sinopse na internet e pensei "nossa, parece ser bom, porque não ler?". Decidi comprar. Acontece que esse livro parecia que não existia aqui em Brasília. Todo lugar que eu ia, eu não encontrava. Demorei muito tempo até achar, mas finalmente comprei! (E o engraçado mesmo é que depois que eu achei, a porcaria do livro começou a aparecer nas lojas com mais frequência ¬¬). Comecei a ler e o que eu posso dizer??
Já no terceiro capítulo eu já estava apaixonada pela história, presa nela, morrendo de amores pelo Augustus Waters, chorando pelo falo da Hazel ter câncer e talvez não conseguir sobreviver... Tá, não vou contar muito sobre o livro, se não começará a ser spoiler haha'. Mas sério, eu chorei em quase todos os capítulos, eu dava risos histéricos com o Gus... Ah, o que eu posso dizer??? Foi um dos melhores livros que eu já li, me debulhei em lágrimas no final do livro, me apaixonei pelas frases mais do que poéticas que o John escrevia ali... Eu, ah eu tô simplesmente apaixonada por esse livro. Ele com certeza é perfeito e faz sim o devido sucesso. O sucesso que merece.
Eu recomendo.

Então é isso minhas tortinhas, um grande beijo e um grande abraço pra vocês *-------*

Anna e o beijo francês/Lola e o garoto da casa ao lado

Heeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeey (sexy lady) meus moranguinhos, tudo bem?????? Eu disse que ia vir fazer um texto sobre esses dois livros, não foi? Pois então, aqui estou eu. Gostaria de verdade que vocês comentassem nesse texto, que lessem até o final e aproveitassem a crítica, porque assim... DEU MUITO TRABALHO ESCREVER ESSE TEXTO!!! Era pra eu ter o escrito na quinta feira passada, mas não consegui ter tempo. Daí no sábado eu acho, eu disse para a Candy (a Ester, minha mana \o\ /o/), no facebook que ia fazê-lo naquele dia, mas daí eu decidi terminar o "Lola e o garoto da casa ao lado" primeiro. Porque a ideia original era fazer um texto só pro "Anna e o beijo francês" e depois um pro "Lola e o garoto da casa ao lado", mas daí eu decidi juntar a crítica dos dois livros, em um texto só. E hoje a internet está uma desgraça e se eu consegui postar esse texto ainda hoje, vai ser milagre... Mas enfim. Daí você pergunta: "Mas porque juntar as duas críticas em um texto só?" (ok, eu duvido que alguém tenha perguntado isso, mas  tudo bem. Me deixa com minha esperança de que tenha alguém interessado nisso aqui u_u). É porque os dois livros, se você ainda não percebeu pela foto lá de cima ^ (montagem minha, licença u.u) são da mesma escritora (Clique aqui para ver a foto da diva do cabelo azul u.u). E bem, "Lola e o garoto da casa ao lado" é meio que uma continuação do primeiro livro. É e não é. Me entendem? Não né? É que assim, a Anna e o St. Clair (personagens de "Anna e o beijo francês) aparecem. Mas não faz muita diferença você ler "Lola e o garoto da casa ao lado" sem ler "Anna e o beijo francês" antes. Mas eu aconselho lê o da Anna antes... Enfim.
Mas o que eu queria mesmo dizer com esse texto é que assim... Esses dois foram os romances mais lindos, apaixonantes, viciantes, perfeitos que eu já li. Sério gente eu não estou brincando. A Stephanie Perkins tem o poder de te prender, te faz imaginar como seria os personagens se existissem mesmo, na vida real, te faz querer ter um filme (Estou tentando arranjar dinheiro pra ir pra Hollywood pra transformar esse livro em filme, licença u.u), te faz querer "devorar" o livro, você não consegue desgrudar dele, te faz desejar com toda a sua alma ter o St. Clair (Anna e o beijo francês) e o Cricket (Lola e o garoto da casa ao lado) só pra você. Porque eles são simplesmente apaixonantes e depois de ter lido e conhecido os dois garotos, respondo a pergunta da própria Stephanie, que está nos agradecimentos de "Anna e o beijo francês": "O garoto está gostoso o suficiente?". Sim Stephanie, eles estão (risos eternos com essa pergunta, ok). Eu fiquei simplesmente apaixonada e preciso urgentemente do novo livro dela, o "Isla e o felizes para sempre", que vai lançar esse ano.
A questão é que consegui me prender na história de Anna Oliphant, em seu dormitório na França, com os parisiences, em sua luta para conseguir que o amor de amigo do seu melhor amigo, mude por ela, para algo mais forte, que ele termine com sua namorada Ellie, para que fique com ela... Consegui me prender na história da maluca e brilhante Lola Nolan com sua paixão que ela jura não ter por Cricket Bell, o garoto da casa ao lado, suas roupas estranhas, seus pais gays e seu namoro com o rockeiro Max. Sabe quando você não lê há muito tempo um livro tão bom que te faz querer parar de usar a internet, e te faz querer ficar grudada em páginas de mais e mais emoções? Eu não sentia isso há muito tempo. Não lia um livro tão bom ao ponto de me prender nele, que me fizesse querer ficar longe do meu ipad, colocar na minha cabeça que a única coisa que eu tinha que fazer o dia inteiro era ler e tomar muitas canecas de café. Pra mim não existe coisa melhor do que isso. Café e livros... ~suspiro~
Eu confesso que eu não sentia vontade de ler Anna e o beijo francês, mas minha amiga Bruna insistiu tanto, fez tantos elogios ao livro que eu acabei cedendo e... Nossa, até hoje estou apaixonada, extasiada. Obrigada Bruna, de coração. Você é a melhor. E sem querer menosprezar "Lola e o garoto da casa ao lado", mas eu gostei mais de "Anna e o beijo francês". Não sei se é pela história ou pelo garoto que na minha mente é mais do que perfeito. St. Clair... Ai Deus, estou apaixonada (tudo bem gosto de um personagem de um livro, me julguem). Claro, "Lola e o garoto da casa ao lado" é perfeito, chorei lendo o final, assim como "Anna e o beijo francês", mas ainda prefiro o primeiro... Nada contra.
Mas então é isso meus seguidores lindos, eu recomendo os dois primeiro e até agora únicos livros da Stephanie que agora se transformou uma inspiração para mim, me fez ter vontade de ser "igual" a ela quando  crescer e poder escrever tão bem quanto ela... Quem sabe um dia haha' (ok, claro que eu não vou escrever tão bem quanto ela -.-, cala a boca Rebeca). Beijo beijo meus moranguinhos, espero que tenham gostado da crítica. Quero comentários, por favor :((( Até ;P